"Tingir a ponta dos dedos e do sexo
Na tinta permanente dos corpos…desejar-te
De olhos fechados sentados num jardim público
De vez em quando
Sublinhar determinadas palavras que se confundem ao mel
Escutar atentamente o latejar fogoso da terra…sentir "
Excerto de “Doze moradas de silêncio” de Al Berto

Uma "caixa" que teima em não se fechar!
...a ti